Top 5: Coisas que me Alegraram em 2017


Olar, meu povo.
Como passaram o restinho de 2017 e comecinho de 2018? Espero que tenha corrido tudo bem até o momento.
Com esses desejos bons, vamos começar o ano sendo positivos No finalzinho de 2016 (que foi um dos meus melhores anos até agora), eu resolvi participar de uma brincadeirinha que não lembro o nome correto, mas chamei carinhosamente de "Caixinha da Felicidade". Você deve, ao longo do ano, anotar tudo aquilo que te fez feliz, mesmo as pequenas coisas, guardar em uma caixinha, vidrinho, etc. e reler tudo quando o ano terminar para fazer um balanço bom dele. 
Eu resolvi participar porque, apesar de minha decisão em 2016 de começar a ver o mundo de forma mais agradável e otimista, ainda tinha muitos momentos de bad e queria superar isso.
Pensei "por que não tentar?". E foi o que fiz.

E até que teve bastante coisa me deixando mais contente ano passado

Na tentativa de espalhar a brinks pra vocês fazerem esse ano (corre que dá tempo!) e, ao mesmo tempo, compartilhar com vocês coisas boas que me aconteceram no ano que passou, fui abrir minha caixinha e ver, dentre todos os momentos bacanas que tive ano passado, quais deles me deixaram mais feliz.
Aqui estão eles.
Pega o bloco de notas pra começar sua caixinha e vamos lá!



5) Alcançar a meta de 60 mil palavras no Camp (18/04)
Vamos começar por algo que eu não acreditava, por incrível que pareça. Ano passado foi tenso pra mim em termos de escrita porque depois de me desmotivar bastante com a reescrita/revisão de Moonlight e ficar meio perdida com o futuro de "Sangue Eterno", eu cogitei largar o Camp no meio pela primeira vez desde que comecei a participar, e em vários momentos do mês.
Não sei ainda de onde tirei forças pra seguir em frente (talvez por querer servir de exemplo pra algumas pessoas que, mesmo eu achando que estou longe de merecer, se inspiram um pouco em mim), mas o fato é que fui com o pensamento de "hoje é meu último dia nessa porra". 
Mas não foi.
E eu venci de novo.
E fiquei feliz pra cacete por isso.

4) Finalmente começar a organizar as pesquisas de "Moonlight", que me deixavam completamente perdida até o momento (05/02)
Eu sou dessas que pesquisa até o que sabe, só pra não correr o risco de fazer bobagem quando começa a escrever, então é de se imaginar que fico bem frustrada quando não consigo encontrar algo que preciso e ainda mais confusa quando essas pesquisas me trazem mais novas perguntas que respostas.
É bem verdade que levei o resto do ano até que essa parte estivesse finalizada e meus problemas de pesquisa, superados (só no mês passado eu concluí essa fase de verdade), mas começar a visualizar um caminho seguro pra seguir e esclarecer muita coisa me deixou com um sorrisão de orelha a orelha.

3) Completar a semana lendo histórias que estava devendo há muito tempo e fazer novos amigos (24/06)
Quem me conhece sabe: sou mais lenta que uma tartaruga com cãibras pra fazer algumas coisas. Leitura então... Não me leve a mal, adoro ler. Acho que é impossível ser escritor sem ser, antes, um leitor, então falta de interesse não é o problema.
É que gosto de ler com atenção, com calma, gosto de explorar cada canto do texto e espalhá-lo pela língua da alma pra saber que gosto tem. Não é apenas leitura. É uma doação ao texto, e isso me custa tempo e energia. Nem sempre que estou com tempo livre posso me entregar assim, por isso a demora. Sinto que vou estar desrespeitando o autor (que tanto se deu para escrever toda a obra) se for ler de qualquer jeito. Por isso, demorei tanto a voltar a ler histórias online. 
Eu não estive bem mentalmente nos últimos anos. Até 2015, minha vida estava um caos, no porão do subsolo do fundo do poço, quase chegando no pré-sal. 2016 foi o ano de mudar de mindset e arrumar a casa. Finalmente, em 2017, eu pude começar a lançar as bases da vida que quero construir em 2018. Essa onda de otimismo fez com que eu começasse a me interessar mais pelas coisas ao meu redor e, desde o final de 2016, eu comecei a colocar minha listinha de leituras em dia.
Conheci bastante gente nova, principalmente no Wattpad. Pessoas que quero levar pro resto da vida e me arrependo de não ter me aproximado antes. E com elas, conheci histórias maravilhosas, que quero falar mais na frente, em um post separado.

2) Voltar a gostar de SE e me motivar a terminá-la (09/01)
Essa, de longe, é uma das mais emocionantes.
Fiz um textão gigantesco sobre isso no grupo do Wattpad na época que saiu a lista dos finalistas do Wattys e o pessoal que não entrou estava bem desmotivado. Não vou lembrar as palavras exatas, mas quero reproduzir aqui o pouco que guardei na memória sobre o texto: não desista de suas histórias porque elas parecem ruins agora. Você pode descobrir a peça que faltava para deixá-las boas e, assim, melhorá-las.
Desistir não vai te levar a lugar nenhum. Continuar em frente, por outro lado, te levará ao sentimento de dever cumprido, de finalização de algo importante. E, sobretudo, à felicidade de terminar de contar uma história que você ama, tal como eu (embora só tenha terminado a primeira versão).
Mas esse sentimento e, por consequência, o post só existem porque, no comecinho do ano, eu pude vislumbrar o que faltava, do que eu precisava para transformar essa história em uma que eu queria contar.
No dia 09, eu consegui me reconectar com o enredo. Consegui me apaixonar por ele de novo. Todo o resto que vier será apenas consequência da mágica que aconteceu nesse dia.

1) Toda a preparação para o começo do curso (16/12)
E CHEGAMOS À NOVIDADE QUE EU ESTAVA MAIS ANSIOSA PRA CONTAR PRO MUNDO TODO!
Sou dessas que se recusa a contar os planos antes que eles estejam encaminhados (sempre que fiz isso, deu errado). Agora já pode.
Vamos por partes.
A Michele de oito anos tinha um sonho. Um que, aos 15, se tornou distante. E aos vinte e um, era quase impossível.
Mas a Michele de vinte e quatro deu um jeito de contornar e, embora não seja o que a Michele baby queria originalmente, é bastante perto.
Em fevereiro de 2018, depois de muitas entradas e saídas, caminhos errados e retornos, finalmente vou entrar na área que realmente quero. Vou usar minhas mãos para coisas melhores que só espalhar treta e caos na internet: vou começar meu curso de enfermagem e curar pessoas
Não é faculdade (ainda), mas estou tão empolgada que vocês nem fazem ideia. Saúde sempre foi um campo que me atraiu e não faço ideia do motivo de não ter começado antes. Acho que não pensava direito, sabe? Não tinha ainda forças pra seguir meu próprio caminho. Somente 2017 me trouxe a coragem necessária pra enfrentar os "nãos" e os mimimis de quem acha que sabe qual é o caminho melhor pra mim, mais até do que eu mesma.
Não vai ser uma batalha fácil, mas ao contrário da Michele de dezesseis (que mal sabia o que iria almoçar, mas era obrigada a tomar o caminho que, em teoria, deveria seguir a vida toda), agora a Michele de quase vinte e cinco tem espada e escudo pra vencer a guerra que virá.
E antes que alguém me calunie: não, "Outlander" não tem nada a ver com isso. Tomei a decisão em junho e só comecei a série no final de julho, mais para tentar aprender algo mesmo antes do curso começar do que qualquer coisa.

Porém se junto com o diploma a vida me trouxer um Jamie, eu que não vou reclamar, né mores? :v HAUAHAUAHAU



E vocês? O que mais fez vocês felizes ano passado? Quais seus planos pro ano que começa?
Espero que continuar acompanhando o blog esteja na lista HAHAHA Nos vemos no próximo domingo :*

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